quarta-feira, junho 28, 2006

da alegria

Há quem elogie o sorriso constante de Ronaldinho Gaúcho; quem se delicie com os malabarismos do outro Ronaldo, o nosso. O puto perde-se com uma bola nos pés e nós a vê-lo.
Mas Zidane, como Figo, entra em campo com o semblante carregado. Ri-se pouco e nem precisa. Quando ele toca na bola ela alegra-se por ele. Como se reconhecesse a voz do dono e saísse disparada, a antecipar-lhe as intenções. E deixa de ser um tipo a jogar à bola, é já outra coisa.