segunda-feira, janeiro 22, 2007

por contágio

Estava tão embrenhada naquela história que, quando a personagem foi apanhada num momento embaraçoso, corei!

5 Comments:

Blogger francisco carvalho said...

Este comentário foi removido pelo autor.

janeiro 23, 2007 10:15 da manhã  
Blogger francisco carvalho said...

Obrigado pelos filmes da Lhasa. Adoro essa mulher!!
Perdoa-me a pouco modesta presunção, mas devo ter sido dos primeiros neste país a comprar o seu inesquecível primeiro disco. A partir daí, é como se lhe tivesse jurado fidelidade... Não podia, portanto, deixar de ter estado também em Famalicão, há uns já longíquos meses atrás...

janeiro 23, 2007 10:18 da manhã  
Blogger Justa said...

Não tens que agradecer, Francisco! É bom saber que a freguesia está satisfeita.:)
Eu não terei sido das primeiras - cheguei a ela via Tindersticks - mas não é menor o meu entusiasmo. Em Famalicão não estive, vi-a no Palácio.

janeiro 23, 2007 11:47 da manhã  
Blogger E-clair said...

Sofrer de empatia pode ser embaraçoso:)

janeiro 28, 2007 12:45 da manhã  
Blogger SpiSan. said...

Pensei durante uns dias até decidir escrever o que vou escrever. A verdade é que não queria que aqueles que frequentam este espaço, pensassem que te dás com pessoas... digamos... distraídas... enfim!
Como sabes ando a ler a saga do planeta dos dragões, da colecção Argonauta.
Existem uns pequenos seres, os lagartos de fogo, antepassados dos dragões, que tal como os seus descendentes, para além da capacidade de cuspirem fogo, têm a capacidade de desaparecerem de um local e aparecerem noutro local qualquer. São dessa forma, utilizados pelos habitantes de Pern (o planeta dos dragões), para fazerem entrega de pequenos objectos ou mensagens escritas, a alguém que pode encontrar-se no outro lado do planeta. Então vai daí que... quando tenho necessidade de entregar um objecto a alguém, por vezes dou comigo a pensar: hum, envio através de um lagarto de fogo.
Só para terminar e para quem tiver curiosidade, aconselho a ler "O voo do dragão" da editora gailivro. Nunca li esta edição, mas não pode ser pior do que as da Argonauta.
Para ti, Justa, um beijo.

janeiro 30, 2007 8:42 da tarde  

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