terça-feira, julho 04, 2006

envelhecer

O rapaz vem direito a ela e entrega-lhe uma folha dobrada. Diz, "para ti", e sai. Ela lê e cora. Um poema, só um poema. E acrescenta, "um miúdo, ainda não tem a noção do ridículo". Eu pergunto, "e tu que idade tens, 150"? "Por aí, por aí..."